Semeadoras: prontas para o próximo plantio, por Eduardo Copetti

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Depois do engenheiro agrônomo Eduardo Copetti abordar o tema pastagens, nas próximas postagens, ele vai tratar do tema semeadoras.

Semeadoras: prontas para o próximo plantio

A agricultura brasileira, nestes últimos anos, está em processo de franca expansão, passando de 80 milhões de toneladas de grãos produzidas na década passada, para mais de 140 milhões de toneladas, obtidas no ano passado. O mérito deste crescimento deve-se, especialmente, aos produtores, que têm investido fortemente em novas tecnologias de produção, buscando soluções para os seus problemas.

As máquinas agrícolas têm uma grande parcela de contribuição na obtenção destes resultados, pois a tecnologia que está sendo agregada nos equipamentos, pela indústria, tem proporcionado melhorias significativas no desempenho e performance das mesmas.

Pastagens, por Eduardo Copetti – parte 7

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É importante ressaltar que o plantio é a principal operação do sistema. Os resultados dependerão da correta implantação da cultura na área. A semeadura de pastagens requer cuidados especiais principalmente no que se refere a profundidade de colocação das sementes. 

A semeadura de pastagens requer cuidados especiais

A semeadura de pastagens requer cuidados especiais

Como, em geral, as sementes de pastagens são relativamente pequenas, requerem profundidades de colocação muito baixas para que possam germinar completamente.

Profundidades muito altas (semente muito funda) prejudicam a germinação das mesmas e não se obterá stand satisfatórios. Portanto, todas as atenções devem estar voltadas para a semeadura. A correta regulagem e o correto funcionamento da máquina são imprescindíveis para a obtenção de bons resultados.

Pastagens, por Eduardo Copetti – parte 6

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As máquinas destinadas ao plantio direto de pastagens são máquinas muito versáteis. Esta versatilidade possibilita a implantação de pastagens consorciadas com grãos graúdos, como por exemplo, pode-se realizar o plantio de uma gramínea (braquiária, aveia,…) consorciada com uma cultura de grão graúdo destinada ao pastoreio ou a silagem (sorgo forrageiro, milho, guandu,…), em uma única operação.

A máquina possui linhas de plantio diferenciadas que possibilitam a realização deste consórcio de culturas. Isto traz benefícios de ordem econômica, visto que em uma única operação consegue-se implantar um consórcio de forragem altamente nutritivo trazendo benefícios relacionados ao ganho de peso dos animais e, também, obtém-se benefícios relacionados a longevidade da pastagem com a utilização de culturas com ciclos diferentes de desenvolvimento.

Estas culturas são semeadas intercaladas. Geralmente utiliza-se uma linha de grão graúdo intercalada com duas ou três linhas de grão fino. As máquinas ainda contam com uma terceira caixa destinada a semeadura de sementes miúdas (trevos, alfafa,…). Isto possibilita a implantação de até três culturas diferentes em uma única operação, demonstrando mais uma vez a grande versatilidade da máquina.

Pastagens, por Eduardo Copetti – Parte 5

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O custo-benefício da aquisição e utilização da máquina está relacionado principalmente aos resultados, ou seja, ao maior ganho de peso dos animais, que em alguns casos, dependendo do manejo, poderá facilmente chegar a 1,0kg/animal/dia e ao melhor aproveitamento das áreas com lotações maiores de animais por unidade de área, que em alguns casos poderá ser de até 5 animais/ha.

Resultados são vistos no ganho de peso dos animais

Resultados são vistos no ganho de peso dos animais

Pastagens, por Eduardo Copetti – Parte 4

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A máquina sozinha não faz nada. É de fundamental importância que a mão-de-obra disponível na propriedade esteja apta para utilizar a máquina. O operador deve conhecer todos os pontos de regulagens e de manutenção para poder utilizar a máquina de forma correta e também para utilizar todos os recursos que a máquina oferece. Para tanto os operadores devem receber um treinamento específico sobre a máquina e também um acompanhamento dos técnicos da fábrica durante a operação.

Engenheiro Agrônomo da Semeato Edurado Copetti ministrando treinamento para revenda

Engenheiro Agrônomo da Semeato Edurado Copetti ministrando treinamento para revenda

Este treinamento é importante para se obter sucesso na implantação de pastagens, mas também é importante para aumentar a vida útil da mesma, por meio da correta utilização e da correta manutenção do equipamento. Durante o treinamento o operador conhecerá o programa de manutenção da máquina, que consiste em manutenção de pré-plantio, manutenção durante o plantio e manutenção de pós-plantio. A realização deste programa de manutenção determinará a vida útil da máquina.

Pastagens, por Eduardo Copetti – Parte 3

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A adequação do modelo da máquina está relacionada ao tamanho da área em que será utilizada, ou seja, depende do “quanto” a máquina será utilizada e para que a máquina será utilizada. Deve-se considerar também, a estrutura disponível na propriedade como tratores, mão-de-obra…

Antes de adquirir uma máquina o produtor deve estar consciente e levantar quais são as suas reais necessidades. Com base nisto deverá verificar o que está disponível no mercado e avaliar qual modelo se adaptará às suas necessidades e às suas condições. É importante sempre avaliar e considerar aspectos como versatilidade, assistência técnica e reposição de peças.

Pastagens, por Edurado Copetti – Parte 2

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Outra característica importante é a versatilidade. A versatilidade da máquina proporciona o maior aproveitamento desta na propriedade. As máquinas possibilitam a realização do Plantio Direto de pastagens, de grãos graúdos, como soja e milho, entre outras e também a semeadura de grãos finos como trigo, arroz, entre outras.

Modelo de plantadeira SSM 27 da Semeato, montada para plantio direto de grãos grossos

Modelo de plantadeira SSM 27 da Semeato, montada para plantio direto de grãos grossos

 

Modelo de plantadeira SSM 27 da Semeato, montada para plantio direto de grãos finos

Modelo de plantadeira SSM 27 da Semeato, montada para plantio direto de grãos finos

Isto proporciona a otimização do uso da máquina, já que a mesma poderá ser utilizada durante todo o ano, proporcionando a rápida amortização do equipamento, reduzindo assim, os custos fixos da propriedade.

Pastagens, por Edurado Copetti – Parte 1

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Hoje, vamos começar uma série sobre Pastagens, com o Engenheiro Agrônomo da Semeato Eduardo Copetti. Acompanhe os próximos posts!

Pastagens

A SEMEATO possui uma linha de semeadoras destinadas ao Plantio Direto de pastagens. O Plantio Direto de pastagens pode ser realizado tanto sobre campos nativos como sobre pastagens degradadas, resultando em melhoramento dos campos nativos e em reformas de pastagens.

As semeadoras-adubadoras possuem estrutura reforçada, capazes de realizar o Plantio Direto de diferentes espécies, tanto em plantios isolados com em plantios consorciados, nas mais variadas situações.

As máquinas apresentam características próprias, como por exemplo, o uso do Facão Guilhotina. O uso do Facão Guilhotina é a chave para o sucesso da semeadura de pastagens nas condições de pisoteio e presença de massa seca sobre o solo. O Facão Guilhotina, além de cortar a palhada existente na superfície do solo, promove uma pequena desestruturação do solo, somente na linha de plantio, proporcionando o rápido estabelecimento da cultura e também beneficia o desenvolvimento do sistema radicular das plantas.

Agrometeorologia RS confirma boas expectativas para cultivos de inverno

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O Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Rio Grande do Sul (Copaaergs) divulgou o boletim agrometeorológico com o balanço de colheita para as culturas de primavera/verão – milho, feijão, soja e arroz – safra 2009/2010. No relatório também há dados sobre previsões e expectativas para o plantio de culturas de inverno da safra 2010/2011.

Previsões e expectativas são boas para o plantio de trigo, cevada, centeio e canola, culturas de inverno da safra 2010/2011

Previsões e expectativas são boas para o plantio de trigo, cevada, centeio e canola, culturas de inverno da safra 2010/2011

Segundo os estudos realizados, devido à abundância de chuva durante a primavera de 2009 e o verão de 2010, o estado tem uma das maiores safras dos últimos anos para as culturas de milho, feijão e soja, mais de 24 milhões de toneladas de grãos até o momento. Embora para o arroz não seja esperada uma boa colheita, pois, ao contrário das demais culturas de primavera/verão, as chuvas em excesso prejudicaram o desempenho do grão.

O clima seco previsto para o inverno de 2010 traz uma boa expectativa de safra para as culturas que iniciam o plantio nos próximos meses. O registro das precipitações abaixo da média normal não é motivo de preocupação para os produtores. Segundo o engenheiro agrônomo da Secretaria da Agricultura, membro do Conselho, José Inácio Pereira da Silva, “neste período do ano a necessidade de chuvas para os cultivos de inverno é menor, o que favorece o excelente desenvolvimento do trigo, da cevada, do centeio e da canola”. (Fonte: Agronline)

Agricultura de conservação

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A tecnologia aliada ao sistema plantio direto é o fator chave para o ganho de produtividade no campo. A partir disso, a grande tendência é a agricultura de conservação, que pode ser definida como um conceito para a produção agrícola que conserva os recursos naturais, ao mesmo tempo em que garante níveis elevados de produção, bem como o retorno econômico. Pensando nisso, a Semeato vem desenvolvendo, há mais de 20 anos, produtos destinados ao plantio direto na palha e, com inovação e tecnologia, contribui tanto para a modernização no campo e aumento da produtividade como para a sustentabilidade ambiental.

Plantadeira Personalle Drill 21R, um dos modelos Semeato para plantio direto

Plantadeira Personalle Drill 21R, um dos modelos Semeato para plantio direto

O sistema plantio direto é o processo de semeadura sem preparação de solo, que mantém a palha da cultura anterior e posiciona a semente e os fertilizantes com movimentação do solo somente no sulco de semeadura. Esta técnica envolve a compreensão da dinâmica da fertilidade do solo, do ciclo biológico das pragas, patógenos e plantas daninhas, a distribuição uniforme de palha na colheita da cultura anterior, a rotação de culturas e, ainda, o manejo da lavoura como sistema integrado de produção.